Técnicas de Estudo

5 Dicas para melhorar a memória

Eu gosto das histórias que começam com “Era uma vez…”

A história que vou contar é especial porque tem relação com a forma como eu entrei para o mundo da memorização até obter o primeiro título brasileiro de memória.

Assim como uma boa história, também não esquecemos uma boa dica e por isso quero aproveitar esse “causo” e também deixar para você 5 dicas bem legais para melhorar a sua memória.

Então vamos lá…

Era uma vez um rapaz chamado Ed Cooke. Ele morava na Inglaterra, para ser mais exato, ele morava há alguns meses num hospital da Inglaterra. Fora internado devido a um problema que o impedia de andar. Na flor da idade, tinha apenas 18 anos, não tinha celular, whatsapp, facebook e para espantar o tédio de uma vida no hospital ele resolveu dar uma chance a um presente que ganhara de alguém: um livro de memorização. Ele leu o livro inteiro, aplicou as técnicas, aprimorou outras e assim como aconteceu comigo, ele se apaixonou pelo tema. Cinco anos depois, Cooke era um Grande Mestre de Memória. Ele foi capaz de guardar uma sequência de mil dígitos aleatórios em menos de uma hora, a ordem precisa de 56 cartas de 10 baralhos na hora seguinte, e de decorar livros de 700 páginas. Ele conseguiu, eu consegui e tenho certeza que você também tem essa capacidade, afinal os cérebros dos grandes mnemonistas é igual ao seu.
A diferença é que Cooke e os outros participantes de campeonatos de memória treinam constantemente para aprimorar sua capacidade. Partindo de princípios simples é possível lembrar quantidades extraordinárias de informação.

O sujeito começa decorando a lista de compras e termina sabendo localização e preço de todos os produtos do supermercado. Sem falar, claro, nas vantagens bem palpáveis de lembrar de coisas simples, como saber onde deixou as chaves, a extremamente complexas como o conteúdo daquela prova de vestibular ou concurso. Não existe memória
ruim, e sim memória não treinada.

Seguem 5 super dicas para te ajudar a memorizar o conteúdo das disciplinas e ter foco no estudo e na vida:

Dica 1: Você sabia que esquece metade do que aprendeu só na primeira hora após aprender? Isso se chama a “curva do esquecimento”. Para prevenir sugiro o estudo parcelado. Pegue o tempo que você tem até a prova e divida o conteúdo em 10 partes, dando o mesmo intervalo entre as 10 sessões de estudo. Assim, você só aciona o cérebro quando ele está pronto para reter novas informações.

Dica 2: Lembre enquanto aprende. Essa regra já foi comprovada por vários estudos de Universidades americanas. O recomendado é que feche o livro a cada duas páginas lidas e tente recordá-las. No curso avançado de estudo chamo esta técnica de “confirmação” de conteúdo.

Dica 3: Tire um cochilo após a almoço. É, isso mesmo que você acabou de ler, estudos comprovam que cochilar á tarde ajuda a melhorar a memória. Quem diria, né?
Ok, difícil é encontrar alguém com este privilégio, mas se tiver oportunidade, faça isso!

Dica 4: Mude a fonte do computador. Memorizamos melhor a informação que lemos em fontes que não estamos acostumados ou são difíceis de ler. A explicação é que a dificuldade de processamento de letras não familiares teria como efeito colateral facilitar o armazenamento daquela informação. Uma sugestão? Mude o texto para fonte “Comic Sans”.

Dica 5: Pule etapas. Você não precisa ficar quebrando a cabeça para aprender as melhores estratégias de memorização. Você pode pular etapas focando naquilo que está dando certo. Como? Invista num bom curso de memorização. Um curso que trate o tema com o respeito e responsabilidade que ele merece. Se você tem vontade de entrar para o Clube das pessoas que usam a memória com inteligência, basta acessar o meu site. Lá você encontra todas as informações que necessita. www.renatoalves.com.br

Sua memória é o cofre mais seguro que existe. Confie!

Abraços.

Renato Alves – Recordista Brasileiro de Memória
Autor do livro: O Cérebro com Foco e Disciplina


Aprenda a se Concentrar (7 dicas para você manter o foco)

Ele tinha mais de dois empregos, passava o dia se deslocando de um lugar para outro, conversava com pessoas, resolvia problemas, passava mensagens rápidas e curtas, sofria para conseguir terminar de ler um livro inteiro, dormia pouco e tinha dificuldade para administrar um casamento conturbado.

Conhece alguém assim?

O personagem do cenário acima é ninguém menos do que, Thomas Edison, sim, ele mesmo, o inventor da lâmpada elétrica e de outras centenas de invenções. Edison viveu na década de 1870 e o aparelho pelo qual mandava as mensagens era o telégrafo. Como você pode ver, a falta de concentração não é exclusividade da vida contemporânea.

Vivemos hoje num ambiente muito mais estimulante do que o da época de Edison e uma criança de 5 anos com um tablet nas mãos recebe muito mais informação do que um europeu daquela época poderia sonhar. Redes sociais, games, músicas, amigos, encontros e mil e uma atividades ocupam o tempo e sequestram a nossa atenção. Quando Edison percebeu que seu problema era falta de concentração isolou-se, direcionou o foco e conseguiu com isso patentear mais de 2 mil invenções.

Estamos chegando no final do ano e talvez você esteja traçando suas metas. O problema é que META SEM DISCIPLINA equivale a DISCIPLINA SEM META ou seja, um não funciona sem o outro. Quando não temos foco atiramos para todos os lados e obviamente não acertamos nada. Quando iniciei minha carreira de palestrante eu atirava para todos os lados, tentava dar aulas de tudo quanto é tema achando que isso era alta performance e sabe quanto eu lucrei com isto? NADA!

Lendo a biografia de Edison aprendi que se quisesse ser o melhor teria que me concentrar num tema só, naquele que eu fosse mais apaixonado e tivesse maior aptidão. Foi então que resolvi focar na memória. Estudei, pesquisei, desenvolvi métodos, provei teorias, abri novos campos, me tornei o primeiro recordista brasileiro de memória e hoje sou dono do mais requisitado curso de memorização do país.

Quando concentramos energia num único ponto damos um salto de qualidade e ampliamos nosso poder de realização. E é isso que eu desejo para você:

QUE VOCÊ DÊ UM SALTO DE QUALIDADE E AMPLIE SEU PODER DE REALIZAÇÃO e a melhor maneira de fazer isso é estudando. Por isso quero deixar aqui algumas dicas básicas para você melhorar a concentração:

1 – Elimine o que não acrescenta
Tem que ter muita força moral para desligar o celular, deletar joguinhos eletrônicos, diminuir o acesso as redes sociais e resistir ao desejo de entrar em mais um Grupo do WhatsApp. O fato é que quanto mais simples se tornar a sua rotina mais tempo sobra para aquilo que realmente o faz crescer como indivíduo e profissionalmente.

2 – Fazer o que gosta
Poucas pessoas me procuram para melhorar o foco em atividades que gostam de fazer, ao contrário, a maioria me procura por atividades que não gostam e, obviamente, por isso não se concentram. Sempre que puder envolva-se em atividades que você realmente gosta. Se não curte totalmente uma atividade, então tente pelo manos aprenda a gostar, assim seu cérebro saberá exatamente o que fazer.

3 – Fragmente tudo. Crie um jogo
Tem coisas que a gente não gosta, mas precisa fazer. Por exemplo, você precisa escrever um TCC com dezenas de páginas. Para ser mais produtivo fragmente esta tarefa em várias pequenas etapas, como um jogo onde você vai passando de fases. Coloque uma meta de escrever tudo em 30 dias e faça uma pequena tarefa todos os dias. Quando perceber, terá o TCC pronto.

4 – Criar recompensas
Uma ótima maneira de manter o foco e realizar tarefas é criar pequenas recompensas. Depois de estudar um dia inteiro, faça uma pipoca, alugue um filme inspirador. Depois de preparar o relatório tome um delicioso café com o amigo de escritório, enfim, criando recompensas você aprende a direcionar o foco na tarefa aumentando seu poder de realização.

5 – Respiração
Concentrar-se na respiração é uma das técnicas mais efetivas para melhorar o foco e a performance nas atividades do dia a dia. Por exemplo, se você respirar lenta e profundamente e ao mesmo tempo prestar atenção no ambiente ao seu redor começará a perceber detalhes que talvez ainda não tenha percebido. (experimente isso agora mesmo) Na leitura, na prática esportiva, na musculação, na sala de aula o foco na respiração amplifica seu poder de atenção.

6 – Meditação
Os monges costumam a recitar mentalmente o manta “Ooooooo” enquanto observam a própria respiração. Isso ajuda a esvaziar e acalmar a mente, restaura o equilíbrio e deixa o território mental livre para a meditação.

7 – Domine técnicas de foco e concentração
Eu aprendi a dominar e direcionar minha atenção estudando e praticando técnicas para desenvolvimento do foco e concentração. Conhecer boas práticas é um atalho rápido e seguro para o aumento do seu poder de realização e realizar suas metas mais ambiciosas.

Quer conhecer as técnicas que eu uso?
Acesse meu site: www.renatoalves.com.br

Um forte abraço,
Renato Alves – Recordista Brasileiro de Memória
Autor do livro: O Cérebro com Foco e Disciplina


Pessoas que “pensam rápido” usam mais a memória

As vezes buscamos soluções eletrônicas para não esquecer do conhecimento que acumulamos ao longo da vida. Mas você sabe que conhecimento só é útil quando está disponível, com fácil acesso, não é verdade? E o melhor lugar para guardá-lo, nesse caso, é dentro da memória.

Conhecimento sem uso é como um navio cheio de ouro naufragado no fundo do mar. E é isso que fazemos quando gravamos o que conhecemos em memórias artificiais. Eu adorava gravar meus trabalhos de faculdade nos disquetes de 1.44 da Verbatim. Lembra deles? O dia em que eu perdi tudo e tirei ZERO na minha apresentação decidi que precisava confiar mais em minha memória.

Cai de cabeça nos livros e seminários sobre métodos de memorização. Melhorei tanto que em 2006 fui homologado pelo livro dos recordes como o Homem com a Melhor Memória do Brasil. Veja que audácia: um sujeito esquecido, melhorou tanto a memória que se tornou recordista.

Você já deve ter me visto em alguns programas de televisão como Fantástico, Mais Você da Globo ou dando entrevista para jornais e revistas de todo país. Hoje sou um preparador mnemônico e consultor de artistas, empresários, políticos, concurseiros e estudantes de sucesso. Pessoas que usaram meu método, dobraram a capacidade de foco, concentração e, melhor que isso, passaram a confiar totalmente em suas memórias.

Já deve ter ouvido falar de pessoas que pensam rápido. Adivinha de onde vem as sacadas mais inteligentes? Você não as vê consultando um arquivo no celular antes de apresentarem uma solução genial, não é? O que elas fazem na verdade é consultar o processador mais rápido, o cofre mais seguro que existe, algo que você também possui: memória!

Se você ou um de seus familiares estiverem interessados em ampliar os limites da memória em apenas 7 dias, estudando diretamente comigo, sem precisar sair de sua casa, aceite meu convite: conheça meu Treinamento Avançado de Estudo, Foco e Memorização Método Renato Alves®.

Mas Pensa Rápido!

http://www.humanoeditora.com.br/curso-memorizacao-e-concentracao-on-line-metodo-renato-alves–p64


SONO NA LEITURA? APRENDA A EVITAR

Certa vez ouvi um especialista dizer que para acabar com a insônia bastava deitar na cama, ligar o abajur, pegar a bíblia e ler alguns parágrafos… Neste cenário em poucos minutos qualquer cristão cairia no sono. Confesso que já fiz isso algumas vezes e deu certo!

Sono e leitura são bons amigos desde que Gutenberg inventou a máquina tipográfica. Quando escrevi o livro O Segredo dos Gênios tratei do tema sono na leitura entrevistando muitos estudantes que se queixavam desse problema. Para muitos deles o ato de abrir o livro desencadeava imediatamente o ato de abrir a boca. Existem algumas explicações para sentirmos sono durante a leitura e gostaria de ajudá-lo a entender as causas.

Livro não é sonífero:
Não é o livro nem a leitura que causa sonolência e sim um neurotransmissor chamado adenosina. A melhor pergunta que devemos fazer quando o sono chega é: O que está fazendo com que meu organismo acumule adenosia? Se investigar a causa descobrirá que o livro não é o vilão, mas sim as circunstancias que nos encontrarmos quando colocamos o livro nas mãos.

Postura correta para leitura:
Sentar-se numa poltrona macia, uma cadeira confortável ou deitar-se numa cama aconchegante provocará um relaxamento muscular que certamente o levará a sonolência. Solução: Leia de pé! Sim, pois ao ler de pé você imediatamente ativa o cerebelo, parte do cérebro responsável pela postura e equilíbrio, e este instintivamente cortará o sono e o deixará alerta.

Iluminação ajuda a manter o foco:
Má iluminação também pode causar sonolência. Quanto mais escuro for o ambiente de leitura mais o cérebro produzirá melatonina, outra substância que induz ao sono. Solução: Mantenha o local de leitura bem iluminado e certifique-se que a luz sobre o livro venha da esquerda para a direita, pois ao manusear o livro com a mão direita você estará fazendo sombra e escurecendo a página.

Problemas de visão:
Ler é uma atividade que exige muito dos músculos ciliares, os músculos da visão. Quando a iluminação é ruim e o texto é pequeno você sente forte fadiga visual. Vistas cansadas podem causar sonolência. Solução: Verifique a iluminação, qualidade do material e se for necessário consulte um oftalmologista que poderá indicar um bom óculos de leitura.

Horário certo para leitura:
Ler a noite, confortavelmente instalado numa cama e depois de um dia cansativo é um cenário perfeito para sentir sono. Solução: Ao invés de ler uma hora antes de dormir, vá para cama, durma, descanse e acorde uma hora mais cedo. Depois de uma ótima noite de sono seu estado de vigília e atenção será bem maior. Em último caso, se precisar ler durante a noite atente-se para a iluminação e a leitura de pé, dessa forma será mais difícil sentir sono.

Desinteresse:
Quando o assunto é monótono e desinteressante, mas você é obrigado a ficar ali sentado realizando aquela atividade, o sono é acionado imediatamente. Solução: Em meus Seminários de Memorização e Concentração gosto de dizer aos alunos que não existe conteúdo desinteressante, o que existe é aluno desinteressado. Assim, a melhor forma de resolver é respirar fundo encher-se de motivação para estudar aquela matéria e seguir em frente.

Resumo: O sono é uma resposta do organismo a eventos e circunstancias. Quando corrigimos as causas neutralizamos os sintomas. Assim, como gosto de dizer em meu livro “Não Pergunte se ele Estudou” quando for pegar um livro nas mãos verifique se está tudo de acordo com as regra do foco e da concentração.

Renato Alves é escritor e recordista brasileiro de memória.
Site www.renatoalves.com.br

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Concurso Público: Descubra se você sabe estudar

Bom dia…
Tenho duas ótimas noticias para você:

1) Curso de Memorização GRATUITO
Estou disponibilizando um mini Curso de Estudo
onde darei dicas importantes sobre os hábitos de
estudo para melhorar seu interesse, motivação
e acima de tudo, os seus resultados nos estudos.

>> Assistir a Palestra de Memorização <<

(1) Você vai descobrir se está gastando mais energia
do que necessário para os estudos.

(2) Se está conseguindo manter o foco em sala de
aula durante as explicações.

(3) E se está sabendo reter as matérias aprendidas
na memória de longo prazo.
2) Você REALMENTE sabe estudar?
Estamos nas vésperas do Enem e das provas
de final de ano. Neste momento milhões de jovens
estão se preparando para concorrer a uma
sonhada vaga na universidade pública. Porém
só os melhores irão conseguir entrar, porque as
melhores vagas, você sabe, sobra sempre para
quem está melhor preparado.

Preparei um teste especial para avaliar se você
realmente sabe estudar ou se fica debruçado nos
livros com a cabeça nas nuvens. É um teste bem
simples, mas revela nossos reais hábitos de estudo.

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Um forte abraço e ótimas lembranças…

Renato Alves – Recordista Brasileiro de Memorização
www.renatoalves.com.br

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ANOTAÇÃO OU DIGITAÇÃO, DESCUBRA SEU MELHOR ESTILO DE ESTUDO?

Você conhece aquelas pessoas que na sala de aula ou reunião de negócios saca um papel e uma caneta e anotam tudo o que ouvem? Talvez você seja uma dessas pessoas que ainda gosta de rascunhar, desenhar, fazer fluxos e anotar cada palavra ou idéia. Se você é assim, saiba que está no caminho certo.

Um recente estudo publicado na revista, Psychological Science, mostrou que somos muito mais eficientes quando escrevemos do que quando digitamos informações (outros dois estudos, na Inglaterra e na Noruega também já tinham provado isso). Ocorre que, quando anotamos, exercitamos regiões do cérebro responsáveis pelo processamento sensório motor, que estimula a memória cinestesica e ajuda a reforçar a aprendizagem e memorização. Os estudos mostraram que o grau de aprendizagem e memorização que quem optou pela anotação foi superior.

Escrever é melhor do que digitar.

No meu curso de Aprendizagem Acelerada e Memorização (Módulo Avançado) vou além da técnica e explico que o esforço que fazemos para digitar cria um vácuo entre o pensamento que foi elaborado, a localização dos caracteres corretos no teclado e a conferência no monitor do que foi escrito. Inclua neste processo o retorno do curso para apagar uma frase errada, as opções da função auto-preencher do dispositivo, o grifo vermelho que o processador coloca na palavra, enfim, uma série de dados que temos que gerenciar em nossa memória de trabalho que prejudica o processo de codificação. O caminho que a informação percorre neste caso é:

AULA -> CÉREBRO -> INPUT NO DISPOSITIVO -> PAPEL

Quando você escolhe fazer a anotação seu inconsciente toma algumas providências que ajudam no processo de codificação. Por exemplo, você ouve a explicação e seu cérebro tenta fazer uma síntese, já que não dá tempo de anotar na velocidade em que o professor fala. Escolhe bem as palavras, para não anotar errado e ter o trabalho de apagar. Você também estimula a memória sensório motora que facilita a memorização do conteúdo e, se tiver o cuidado de passar a limpo caprichando na letra, terá ainda o benefício da concentração. Finalmente ao ler sua anotação você estimula também a memória visual e a de longo prazo. Neste caso, ao anotar temos:

AULA -> CÉREBRO -> PAPEL

Viu só quantas vantagens? Tem mais:

Veja a seguir 5 dicas para fazer da anotação a sua melhor aliada nos estudos.

1 – Sente-se o mais próximo possível de quem está transmitindo a informação. Dessa forma você ouve e compreende o que ele diz.

2 – Primeiro concentre-se e escute a explicação e só depois faça a anotação. Tentar ouvir e escrever ao mesmo tempo, não permite que a mente faça uma análise linear do conteúdo. E os fragmentos de informação não o ajudam a chegar a qualquer conclusão. Por isso muitos professores recomendam, não anote, primeiro preste atenção, depois faça um resumo.

3 – “Para um bom entendedor meia palavra basta”. Quando você presta atenção na explicação, sua mente tenta extrair a síntese com o objetivo de ser mais eficiente na anotação. Então transfira para o papel apenas o essencial. Não precisa fazer Mapa Mental, basta escrever de um jeito que você entenda!

4 – Faça desenhos, pois ajudam a estabelecer um raciocínio linear e a reforçar na memória o conhecimento adquirido.

5 – Faça revisões. Não adianta nada anotar as informações da palestra que você assistiu e ao chegar em casa abandonar a anotação num canto. Para que a anotação tenha um efeito duradouro na memória será uma boa idéia passá-las a limpo aproveitando para acrescentar outros detalhes que lembrar naquele momento. Com este novo resumo em mãos adote uma técnica de revisão (em meu livro O Segredo dos Gênios apresento 5 opções diferentes) e transfira o novo conhecimento para memórias de longo prazo.

Conclusão: Em algumas ocasiões é melhor deixar a tecnologia de lado e confiar em nossos, comprovadamente eficientes, recursos naturais.

Um forte abraço,

Renato Alves é pesquisador cognitivo, escritor e recordista brasileiro de memória.
Saiba mais em www.renatoalves.com.br


ALZHEIMER – BENEFÍCIOS DA MÃO ESQUERDA

Este artigo é sobre o Alzheimer e foi escrito por Roberto Goldkorn, psicólogo e escritor.

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia o Infalível.
Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.

Aliás, fico até mais tranquilo diante do ‘eu não sei ao certo’ dos médicos; prefiro isso ao ‘estou absolutamente certo de que….’, frase que me dá arrepios.

E o que fazer para lidar com isso?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida ‘bandida’.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas ‘bobagens’ e viveram vidas medíocres e infelizes – muitos nem mesmo tinham consciência disso.

Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum… Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse ‘melhor morrer de vodca do que de tédio’, eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a ‘aeróbica dos neurônios’, é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios cerebrais que fazem as pessoas pensarem somente no que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.

Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço contrário;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente;
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?

Comentários do Renato Alves:
Faz algum tempo que tenho estudado os efeitos das mudanças de rotina sob nosso cérebro e de fato elas trazem alguns efeitos. Mas deixe-me também sugerir que você faça muita palavra cruzada, as mais fáceis, evite as difíceis pois o objetivo é estimular as lembranças. Leia bastante, pois ler também é um exercício valioso para memória e escreva muito. Escrever é com certeza um dos melhores meios de deixar seu cérebro mais jovem, pois o ato de escrever ativa muito a nossa memória.

Se a memória humana fosse uma sopa de letrinhas a dica que eu daria é: Nunca pare de mexer a sopa, pois quanto mais soltinho o macarrão, mais rápido você encontra as letrinhas. Esta metáfora vale para a memória.

Tenha um ótimo dia.
Renato Alves – Recordista Brasileiro de Memória
www.renatoalves.com.br


Compaixão: Um remédio para o Alzheimer

Estava fazendo algumas pesquisas sobre Alzheimer e encontrei uma mensagem muito bonita da qual não sei quem é o autor. Ela revela sutilmente a fragilidade e a dependência do portador de Alzheimer e como a compaixão, paciência e o amor das outras pessoas é necessária para tentar minimizar o sofrimento. Eis a mensagem:

Ele tem 80 anos de idade e toma café da manhã todos os dias com sua esposa.

Eu perguntei: por que sua esposa está em casa de repouso?
Ele disse:
- Porque ela tem Alzheimer (perda de memória).

Eu perguntei: a sua esposa se preocupa e sempre te espera para ir tomar café com ela?

E ele respondeu:
- Ela não se lembra… Já não sabe quem eu sou, faz cinco anos, já não me reconhece.

Surpreso, eu disse:
- E ainda toma café da manhã com ela todas as manhãs, mesmo que ela não te reconheça?
O homem sorriu e olhou para os meus olhos e apertou minha mão.

Em seguida, disse:
- “Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é”.

A sua essência, seus princípios e seu caráter é o que realmente vale! Nunca se esqueça disso! Tenha sempre um propósito.


COMO TER DISCIPLINA

Assim como organização, a disciplina também é um valor moral. Se você deseja ser organizado, deve começar valorizando a organização. Se você deseja ser disciplinado, então não procure um curso, aprenda primeiro a dar valor a disciplina. Henry Ford dizia que “a maioria das pessoas desistiam, poucas fracassavam” e se você analisar com profundidade esta frase, e sinceramente gostaria que você fizesse isso, verá que ela está carregada de sentido e verdade. Muitas pessoas sonham, sonham, sonham, mas não passam disso. Como diz o poeta, “sonhar não custa nada”, entretanto, realizar sonhos tem um preço que somente as pessoas disciplinadas estão dispostas a pagar. Organização e coragem são predicados essenciais para quem corre atras dos sonhos, porém nada disso funciona se você não tiver uma boa dose de disciplina para sustentar a decisão que você tomou. Ser disciplinado é saber o que deve ser feito e seguir em frente, sem se deixar abater ou permitir que tentações o desviem do caminho.

Renato Alves é recordista brasileiro de memória e pode lhe ajudar a turbinar seu processo de foco e memorização.
www.renatoalves.com.br


7 Dicas para Manter a Concentração no Trabalho

A falta de concentração é um dos maiores problemas do mundo corporativo. Em algumas vezes, o profissional não consegue manter o foco porque está com algum problema em casa. Em outras, a causa é o excesso de distrações do ambiente de trabalho: pessoas falam, o telefone toca, chega um e-mail, aparece uma notificação no Facebook, o WhatsApp apita… fica até difícil enumerar a quantidade de “ladrões de concentração” existentes.

De acordo com Renato Alves, consultor e autor do livro “Faça seu cérebro trabalhar para você”, a concentração nada mais é que uma escolha. “Hoje, podemos prestar atenção em uma infinidade de coisas. Para facilitar a escolha pelo trabalho, o ideal é eliminar algumas ‘névoas’ de distração”, afirma o especialista.

Alves listou uma série dicas para ajudar quem precisa ficar mais concentrado no trabalho:

1) Seja organizado.
A organização, segundo Alves, é importante para que o empreendedor não se perca em meio ao caos em que uma mesa pode se transformar. “Quanto mais bagunçado é o espaço de trabalho do profissional, maiores serão os problemas.”

2) Descanse
A falta de sono traz vários problemas de saúde. O primeiro a aparecer, de acordo com o especialista, é a perda da concentração. “Depois de horas extras, estresse e desgastes muito grandes, a cabeça fica cansada. E com a mente desse jeito, não tem como manter o foco”, diz. A solução para esse problema é simples: dormir o suficiente.

3) Pense positivo
Profissionais pessimistas ficam desmotivados mais facilmente. E sem muita vontade de trabalhar, a alternativa é fazer qualquer coisa para se distrair. Se a causa na moral for causada por problemas pessoais ou profissionais, Alves ressalta que é importante parar de pensar no que está ruim e focar na tarefa. “O ideal é desassociar as tarefas das aflições. A causa do problema não é a tarefa a ser realizada. Pratique o metapensamento: pense no que você está pensando e tente ser otimistas.”

4) Uma coisa de cada vez
Se o empreendedor tem várias coisas para fazer durante o dia, mas não sabe por onde começar – ou interrompe um trabalho no meio para dar atenção a outro projeto – o ideal é parar um pouco e fazer uma tarefa por vez e só se dedicar a outro assunto quando terminar o primeiro.

5) Fuja dos “ladrões”
Para Alves, o ambiente de trabalho está repleto de “ladrões da produtividade”. O maior deles não é nenhuma surpresa: as redes sociais. No entanto, os e-mails e até o telefone podem ser prejudiciais para o empreendedor. “Sempre que recebemos um novo e-mail, aparece uma janela na tela do computador. Aí paramos o que estamos fazendo e checamos uma mensagem que pode nem ser tão essencial”, afirma. O especialista recomenda que o profissional cheque a conta de e-mail de duas a três vezes por dia.

Quanto ao telefone, vale desligar a linha em casos em que a concentração é realmente necessária e retornar ligações importantes depois.

6) Qual é a música?
Muita gente diz que consegue se concentrar mais quando está ouvindo música. Ao mesmo tempo, bastante gente perde totalmente o foco com qualquer ruído. De acordo com Alves, é impossível generalizar e dizer se música faz bem ou mal para a concentração. Ele só recomenda que, caso haja música, os vocais sejam esquecidos. “Quando a música é instrumental, ninguém cantarola, perde o foco e faz as pessoas ao redor dispersarem também”, afirma.

7) Respire
A mais simples das dicas, mas não menos importante, é respirar fundo. O ato de inspirar e expelir o ar dos pulmões ajuda a acalmar e a direcionar o foco para o que deve ser feito. “A respiração contribui para a abertura da estrada da concentração”, diz o especialista.

Conhecimento é o melhor remédio para a memória.
RENATO ALVES É RECORDISTA BRASILEIRO DE MEMÓRIA
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